Com o aumento do envelhecimento demográfico aliado ao aumento da esperança média de vida nascem novos conceitos tais como a existência de uma quarta idade situada entre os 90 e os 100 anos (Fausto Amaro, 2014). Desta forma, urge a necessidade de nos adaptarmos a estas novas realidades investindo na qualidade de vida do idoso quer a nível da sua saúde física e mental, quer a nível da sua integração familiar e na comunidade, o acesso a bens culturais e a sua participação cívica. Acima de tudo, é imperioso contribuir para o fim de alguns preconceitos em relação à terceira e quarta idade como sendo um período de vida em que o indivíduo está incapacitado, doente e sem motivação para viver e construir projetos de vida.
